Sua dor é real. Mesmo quando o exame diz que está tudo normal.

Sou a Dra. Mariana Reis, anestesiologista especialista em Medicina da Dor em Brasília. Cuido de quem já tentou de tudo e continua com dor — com ciência, escuta e um plano feito pra aquele corpo específico.

CRM-DF 18.846 RQE 14.718 / 21.109 Certificada SBA · AMB
Retrato da Dra. Mariana Reis
Cuidado individualizado e baseado em evidênciasCiência traduzida com escuta e cuidado.
Você se identifica?

Quando a dor deixa de ser um sintoma e vira rotina

“A dor volta, mesmo com analgésicos.”

Se o remédio resolvesse tudo, a dor não voltaria sempre. Quando ele vira a única resposta, o problema está no que não está sendo tratado.

“Os exames vieram normais, mas a dor continua.”

Existem dores que não aparecem nos exames. Elas têm nome, explicação e abordagem específica.

“Já ouvi que era exagero, estresse ou frescura.”

Dor crônica não é falta de força nem drama. É o sistema nervoso em alerta constante, sinalizando que algo precisa de cuidado.

“Operei a endometriose, mas a dor ficou.”

A cirurgia é essencial, mas não alcança tudo o que mantém a dor ativa: nervos sensibilizados, musculatura em proteção, influência hormonal.

“A dor mudou de lugar ou se espalhou.”

Quando a dor persiste, o sistema nervoso cria novos caminhos de sinalização. Ela pode irradiar, mudar de lado ou surgir em outras áreas.

“A dor não piorou, mas também não passou.”

Dor estagnada não é sinal neutro: é o corpo mostrando que o caminho atual chegou até onde conseguia chegar.

Dor crônica não é frescura. É uma condição real — e tratável.

Quero investigar minha dor
Dor tem gênero no acesso ao diagnóstico

Dor não tem gênero. Mas o acesso ao diagnóstico correto, sim.

7 a 10 anos é o tempo médio que mulheres esperam por um diagnóstico de dor pélvica ou endometriose.
70% de quem convive com dor crônica no mundo são mulheres — e ainda são as mais rotuladas de exageradas.
Dra. Mariana Reis em seu consultório
Quem é Dra. Mariana Reis?

Uma médica com formação especializada só em tratar a dor

Sou anestesiologista com área de atuação especializada em tratamento da dor, certificada pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia e pela Associação Médica Brasileira.

Minha formação me permite compreender profundamente a fisiologia da dor e suas possibilidades de tratamento — desde dores articulares simples até síndromes complexas, dores oncológicas e neuropáticas de difícil controle.

Nos últimos anos, escolhi dedicar minha carreira a quem sente que já tentou de tudo, mas ainda convive com dor. Porque ninguém merece — nem deve — se acostumar a viver assim.

CRM-DF 18.846RQE 14.718 / 21.109
SBA · AMBCertificação em Dor
Brasília – DFAtendimento presencial
AcolhimentoCuidado individualizado

“A dor que você sente não define quem você é.”

Como funciona a primeira consulta

Não é protocolo genérico. É um plano pra aquele corpo específico

Dor crônica é como um alarme que não desliga: o sistema nervoso aprende a dor e continua disparando mesmo quando o gatilho já passou. Tratar bem começa por entender o alarme inteiro — não só onde ele toca.

1. História completa

Escuto sua história de dor com tempo: quando começou, o que já tentou, o que melhora e o que piora, sono, ciclo, rotina. Nada é frescura — tudo entra na avaliação.

Escuta clínica

2. Exame físico detalhado

Avaliação integrada de órgão, nervo, músculo e articulação. É aqui que a dor que “não aparece no exame” começa a ganhar mapa e explicação.

Investigação integrada

3. Plano individualizado

Abordagem multimodal combinando procedimentos intervencionistas, medicação criteriosa e reabilitação — no ritmo do seu sistema nervoso, sem promessa vazia.

Ciência + cuidado

4. Acompanhamento

Tratar dor é ajustar. O plano é revisto em cada retorno pra devolver função, autonomia e previsibilidade — não só “doer menos” hoje.

Continuidade
Tratamentos

Interromper. Modular. Reprogramar a dor.

Além dos remédios: medicina intervencionista da dor — procedimentos que agem onde o nervo aprendeu a disparar.

Radiofrequência convencional

Interrompe o sinal de dor na origem, agindo diretamente no nervo responsável pela transmissão — com precisão e de forma minimamente invasiva.

Radiofrequência pulsátil

Reprograma o nervo sem destruí-lo: pulsos térmicos modulam a atividade neuronal em dores neuropáticas persistentes.

Bloqueios analgésicos

Quando a dor ocupa espaço demais, interrompê-la é o primeiro passo para que o restante do tratamento aconteça.

PRP e i-PRF

O próprio sangue do paciente para regenerar tecidos e reduzir inflamação. Não é magia: é biologia aplicada com indicação criteriosa.

Viscossuplementação

Ácido hialurônico como lubrificante real da articulação: reduz o atrito da artrose e devolve mobilidade.

Ondas de choque

Um “reset” nos tecidos: ondas sonoras de alta energia estimulam a capacidade natural de reparação do corpo.

Manejo medicamentoso

Medicação com critério e direcionamento — o analgésico faz parte do plano, nunca é o plano inteiro.

Reabilitação funcional

Movimento com progressão certa, no ritmo do sistema nervoso — porque repouso absoluto não trata dor crônica.

Condições tratadas

A sua dor tem nome — e tem tratamento

Enxaqueca e cefaleiasCefaleia não é “só dor de cabeça” — e automedicação contínua pode gerar efeito rebote.
Artrose e dores articularesDo controle inflamatório à viscossuplementação e ortobiológicos.
Dor neuropáticaQuando o nervo aprende o caminho da dor, ele pode ser reprogramado.
Dor pós-cirúrgica persistenteA cirurgia acabou, mas a dor ficou? A memória do sistema nervoso também se trata.
Fascite plantarPontada no calcanhar ao primeiro passo do dia — comum e tratável.
Dor oncológicaControle especializado para preservar conforto e dignidade em todas as fases.
Fibromialgia e dor difusaDores que mudam de lugar e não aparecem nos exames têm abordagem própria.
Dor lombar e cervical crônicaInvestigação além da imagem: músculos, nervos e padrões de movimento.
Dúvidas frequentes

O que você precisa saber antes da consulta

O que faz um médico especialista em dor?+

O médico da dor investiga e trata dores complexas e persistentes — aquelas que vão e voltam, que não aparecem nos exames ou que já passaram por vários tratamentos sem alívio. Ele integra órgãos, nervos, músculos e hormônios em uma avaliação única, combinando procedimentos, medicação criteriosa e reabilitação.

Dor crônica tem cura?+

Dor crônica é uma condição real e tratável. Em muitos casos é possível alcançar controle duradouro e resgate completo da rotina; em outros, o objetivo é reduzir a dor de forma significativa e devolver autonomia, sono e movimento. O que não é aceitável é se acostumar a viver com dor.

Preciso de encaminhamento para agendar?+

Não. Você pode agendar diretamente — especialmente se sente dor há mais de 3 meses, já tentou vários tratamentos ou recebeu exames normais apesar da dor persistente.

Analgésicos resolvem a dor crônica?+

O analgésico tem lugar no tratamento: alivia e ajuda. Mas mascarar a dor e esperar que ela passe sozinha é o caminho mais curto para a cronificação — enquanto o sintoma é abafado, o sistema nervoso continua sendo sensibilizado. A automedicação contínua pode inclusive gerar efeito rebote nas crises de enxaqueca.

Operei a endometriose e a dor continuou. Isso é normal?+

Acontece com frequência. A cirurgia é essencial, mas não alcança tudo o que mantém a dor ativa: nervos sensibilizados, musculatura em constante proteção, influência hormonal e impacto emocional seguem presentes. É aí que o cuidado especializado em dor faz diferença.

Bloqueio é só para quando nada mais funciona?+

Não. Há momentos em que a dor ocupa tanto espaço na vida que interrompê-la é o primeiro passo para permitir que o restante do tratamento aconteça. O bloqueio é ferramenta de planejamento, não último recurso.

Dor na relação sexual pode ser tratada por um médico da dor?+

Sim. A dor na relação (dispareunia) muitas vezes tem origem pélvica — endometriose, sensibilização de nervos pélvicos, musculatura do assoalho pélvico em constante proteção. O médico especialista em dor investiga essas causas e combina medicação, bloqueios pélvicos e reabilitação específica para devolver conforto e qualidade de vida sexual.

Cólica forte que não passa com remédio: quando procurar ajuda?+

Cólica que interrompe sua rotina, obriga a faltar no trabalho ou não cede com analgésicos comuns não é "normal". É sinal de que existe algo mantendo a dor ativa — comumente endometriose, adenomiose ou sensibilização pélvica. Uma avaliação em Medicina da Dor identifica a causa e monta um plano de controle, sem depender só de anti-inflamatório na crise.

Dor no calcanhar ao acordar: o que pode ser?+

O quadro clássico de fascite plantar: dor intensa nos primeiros passos ao levantar da cama ou depois de ficar sentado. É tratável — a combinação de terapia por ondas de choque, infiltrações guiadas e reabilitação da cadeia posterior resolve a maioria dos casos sem cirurgia.

Formigamento, queimação ou choques: isso é dor neuropática?+

Sim, esses são os sintomas típicos da dor neuropática — uma dor que nasce do próprio nervo (compressão, lesão ou sensibilização). Ela costuma não responder bem a analgésicos comuns e precisa de medicação específica, bloqueios ou radiofrequência pulsátil. Diagnosticada cedo, tem alto potencial de controle.

Atendimento presencial

Consultório em Brasília

Atendimento na Clínica Lessence Sul — referência em Clínica da Dor e tratamento de dor crônica em Brasília, com estrutura completa para consultas e procedimentos.

Clínica Lessence Sul — Clínica da Dor Quadra SGAS 614, Ed. Vitrium — sala 212
Via L2 Sul, Brasília — DF · CEP 70200-740
Agendamento

Vamos cuidar disso juntos?

Se você sentir a necessidade de cuidar da sua dor, agende uma consulta para conversarmos melhor pessoalmente. Atendimento em Brasília – DF.

Dra. Mariana ReisAnestesiologista especialista em Dor · CRM-DF 18.846 · RQE 14.718/21.109