“A dor volta, mesmo com analgésicos.”
Se o remédio resolvesse tudo, a dor não voltaria sempre. Quando ele vira a única resposta, o problema está no que não está sendo tratado.
Sou a Dra. Mariana Reis, anestesiologista especialista em Medicina da Dor em Brasília. Cuido de quem já tentou de tudo e continua com dor — com ciência, escuta e um plano feito pra aquele corpo específico.
“A dor volta, mesmo com analgésicos.”
Se o remédio resolvesse tudo, a dor não voltaria sempre. Quando ele vira a única resposta, o problema está no que não está sendo tratado.
“Os exames vieram normais, mas a dor continua.”
Existem dores que não aparecem nos exames. Elas têm nome, explicação e abordagem específica.
“Já ouvi que era exagero, estresse ou frescura.”
Dor crônica não é falta de força nem drama. É o sistema nervoso em alerta constante, sinalizando que algo precisa de cuidado.
“Operei a endometriose, mas a dor ficou.”
A cirurgia é essencial, mas não alcança tudo o que mantém a dor ativa: nervos sensibilizados, musculatura em proteção, influência hormonal.
“A dor mudou de lugar ou se espalhou.”
Quando a dor persiste, o sistema nervoso cria novos caminhos de sinalização. Ela pode irradiar, mudar de lado ou surgir em outras áreas.
“A dor não piorou, mas também não passou.”
Dor estagnada não é sinal neutro: é o corpo mostrando que o caminho atual chegou até onde conseguia chegar.
Dor crônica não é frescura. É uma condição real — e tratável.
Quero investigar minha dor
Sou anestesiologista com área de atuação especializada em tratamento da dor, certificada pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia e pela Associação Médica Brasileira.
Minha formação me permite compreender profundamente a fisiologia da dor e suas possibilidades de tratamento — desde dores articulares simples até síndromes complexas, dores oncológicas e neuropáticas de difícil controle.
Nos últimos anos, escolhi dedicar minha carreira a quem sente que já tentou de tudo, mas ainda convive com dor. Porque ninguém merece — nem deve — se acostumar a viver assim.
“A dor que você sente não define quem você é.”
Dor crônica é como um alarme que não desliga: o sistema nervoso aprende a dor e continua disparando mesmo quando o gatilho já passou. Tratar bem começa por entender o alarme inteiro — não só onde ele toca.
Escuto sua história de dor com tempo: quando começou, o que já tentou, o que melhora e o que piora, sono, ciclo, rotina. Nada é frescura — tudo entra na avaliação.
Escuta clínicaAvaliação integrada de órgão, nervo, músculo e articulação. É aqui que a dor que “não aparece no exame” começa a ganhar mapa e explicação.
Investigação integradaAbordagem multimodal combinando procedimentos intervencionistas, medicação criteriosa e reabilitação — no ritmo do seu sistema nervoso, sem promessa vazia.
Ciência + cuidadoTratar dor é ajustar. O plano é revisto em cada retorno pra devolver função, autonomia e previsibilidade — não só “doer menos” hoje.
ContinuidadeAlém dos remédios: medicina intervencionista da dor — procedimentos que agem onde o nervo aprendeu a disparar.
Interrompe o sinal de dor na origem, agindo diretamente no nervo responsável pela transmissão — com precisão e de forma minimamente invasiva.
Reprograma o nervo sem destruí-lo: pulsos térmicos modulam a atividade neuronal em dores neuropáticas persistentes.
Quando a dor ocupa espaço demais, interrompê-la é o primeiro passo para que o restante do tratamento aconteça.
O próprio sangue do paciente para regenerar tecidos e reduzir inflamação. Não é magia: é biologia aplicada com indicação criteriosa.
Ácido hialurônico como lubrificante real da articulação: reduz o atrito da artrose e devolve mobilidade.
Um “reset” nos tecidos: ondas sonoras de alta energia estimulam a capacidade natural de reparação do corpo.
Medicação com critério e direcionamento — o analgésico faz parte do plano, nunca é o plano inteiro.
Movimento com progressão certa, no ritmo do sistema nervoso — porque repouso absoluto não trata dor crônica.
O médico da dor investiga e trata dores complexas e persistentes — aquelas que vão e voltam, que não aparecem nos exames ou que já passaram por vários tratamentos sem alívio. Ele integra órgãos, nervos, músculos e hormônios em uma avaliação única, combinando procedimentos, medicação criteriosa e reabilitação.
Dor crônica é uma condição real e tratável. Em muitos casos é possível alcançar controle duradouro e resgate completo da rotina; em outros, o objetivo é reduzir a dor de forma significativa e devolver autonomia, sono e movimento. O que não é aceitável é se acostumar a viver com dor.
Não. Você pode agendar diretamente — especialmente se sente dor há mais de 3 meses, já tentou vários tratamentos ou recebeu exames normais apesar da dor persistente.
O analgésico tem lugar no tratamento: alivia e ajuda. Mas mascarar a dor e esperar que ela passe sozinha é o caminho mais curto para a cronificação — enquanto o sintoma é abafado, o sistema nervoso continua sendo sensibilizado. A automedicação contínua pode inclusive gerar efeito rebote nas crises de enxaqueca.
Acontece com frequência. A cirurgia é essencial, mas não alcança tudo o que mantém a dor ativa: nervos sensibilizados, musculatura em constante proteção, influência hormonal e impacto emocional seguem presentes. É aí que o cuidado especializado em dor faz diferença.
Não. Há momentos em que a dor ocupa tanto espaço na vida que interrompê-la é o primeiro passo para permitir que o restante do tratamento aconteça. O bloqueio é ferramenta de planejamento, não último recurso.
Sim. A dor na relação (dispareunia) muitas vezes tem origem pélvica — endometriose, sensibilização de nervos pélvicos, musculatura do assoalho pélvico em constante proteção. O médico especialista em dor investiga essas causas e combina medicação, bloqueios pélvicos e reabilitação específica para devolver conforto e qualidade de vida sexual.
Cólica que interrompe sua rotina, obriga a faltar no trabalho ou não cede com analgésicos comuns não é "normal". É sinal de que existe algo mantendo a dor ativa — comumente endometriose, adenomiose ou sensibilização pélvica. Uma avaliação em Medicina da Dor identifica a causa e monta um plano de controle, sem depender só de anti-inflamatório na crise.
O quadro clássico de fascite plantar: dor intensa nos primeiros passos ao levantar da cama ou depois de ficar sentado. É tratável — a combinação de terapia por ondas de choque, infiltrações guiadas e reabilitação da cadeia posterior resolve a maioria dos casos sem cirurgia.
Sim, esses são os sintomas típicos da dor neuropática — uma dor que nasce do próprio nervo (compressão, lesão ou sensibilização). Ela costuma não responder bem a analgésicos comuns e precisa de medicação específica, bloqueios ou radiofrequência pulsátil. Diagnosticada cedo, tem alto potencial de controle.
Atendimento na Clínica Lessence Sul — referência em Clínica da Dor e tratamento de dor crônica em Brasília, com estrutura completa para consultas e procedimentos.
Se você sentir a necessidade de cuidar da sua dor, agende uma consulta para conversarmos melhor pessoalmente. Atendimento em Brasília – DF.
Dra. Mariana ReisAnestesiologista especialista em Dor · CRM-DF 18.846 · RQE 14.718/21.109